segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Always...

Por um tempo achei que o que sentia estava morto, que não sentiria aquele aperto no peito quando você falasse comigo. Ou ao ver uma notificação meu coração novamente não tentasse sair pela boca, as mãos não gelassem. Por um breve momento achei que tinha te esquecido, achei que todas as risadas, todos os ‘’eu te amo’’, eu já não escutasse, eu achei.
 Eu achei que conseguiria viver bem sem você, sem seu sorriso, sem sua voz. Sem seu jeito, suas gírias, mas não, mais uma vez fui traída, mais uma vez achei que o que estava definitivo acabado, por fim, estava realmente morto. Você reapareceu, mexeu com cada molécula do meu corpo, me fez querer ouvir sua voz, fez meu coração voltar a ser um incômodo com tantas batidas. Fez com que cada impulso nervoso, cada processo eletroquímico no meu cérebro só pensasse novamente em você. O que não foi dito, o que foi dito, ações que poderiam ter tomado outro rumo, talvez por ser muito imatura em relacionamento, por não escutar. Novamente meu coração fica apertado, volta tudo aquilo que eu sentia, tudo que eu pensei, todos nossos momentos, novamente reapareceu.
 Mexendo comigo, me tirando da minha calma, fazendo com que eu chore. Uau, não sabia que amar alguém poderia ser tão sufocante, mexendo com minha vida toda, fazendo o que eu achava que era o certo, realmente mudar. Não sei se palavras importa, uma pessoa disse que por mais que sejam lindas, ações importam mais que meras palavras. Mas o que fazer quando você não pode agir? Mais uma vez eu não falo, deixo tudo que tá preso sair em lágrimas, ninguém quer ouvir, não é importante. Eu te perdi, e por mais que doa, as consequências são minhas.


(...)


"Porque em cada pedaço de mim, sempre haverá um pedaço de você."
(Diário de uma Paixão)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Pra sempre...


Por quando tempo dura um amor? Dias, semanas, meses... Anos?
Você se apaixona pelo olhar, pelo sorriso, por aquelas brincadeiras que só vocês entendem, aquele sotaque apaixonante, aquele jeito de rir. O primeiro choro, o primeiro eu te amo. Nossa, o primeiro eu te amo. Três palavras, que combinadas ou fazem um estrago, ou curam as mais profundas feridas na alma. O amor platônico, o amor fraternal, maternal. Aquele amor que te sufoca, que te consome, aquele louco, apaixonante e ao mesmo tempo tímido. Aquele que acelera cada batimento do seu coração, e nossa, como você descobre que um simples músculo é capaz de bater tão rápido a ponto de você escutar os batimentos. Aquele sentimento de frio e gelo no estomago. Nem sempre vem acompanhado de só flores e amores. Muitas vezes machuca e como machuca, mas você aprende a deixar o que é verdadeiro ficar e a ignorar o que não lhe apetece. 


(...)

“Te amo. Com todas as letras, palavras e pronúncias. Em todas as línguas e sotaques. Em todos os sentidos e jeitos. Com todas as circunstâncias e motivos. Simplesmente, te amo.”